O
proposito deste artigo técnico é oferecer dicas práticas sobre Como Armazenar
Mais Produtos na Câmara Fria Pequena, respeitando a legislação vigente e as
normas da boa pratica e, desta forma assegurando que os produtos refrigerados
estocados sejam corretamente conservados.
A popularização da Câmara fria pequena e a contaminação cruzada
Até
alguns anos atrás, decorrente do alto valor, uma Câmara Fria Pequena ou de
qualquer outro tamanho era um
produto restrito aos seguimentos empresariais de maior porte, recentemente as
novas tecnologias aplicadas na fabricação, além do desenvolvimento de novos
materiais construtivos, propiciaram uma drástica redução de preço e, desta
forma o acesso a este produto por praticamente todo e qualquer tipo de
empresa.
A
popularização da Câmara fria pequena traz enormes benefícios aos
estabelecimentos que depende da armazenagem a frio de seus produtos,
entretanto faltam informações confiáveis naquilo que tange a assepsia deste
excelente equipamento, eliminando a possibilidade de formação de fungos e
bactérias e principalmente a contaminação cruzada.
"Na Portaria 2619/2011 – SMS de 06/12/2011, lê-se: 6.14. Nos equipamentos de refrigeração, tipos diferentes de alimentos podem ser armazenados, desde que devidamente protegidos e separados, de forma a evitar a contaminação cruzada. A disposição dos produtos deve respeitar as linhas de carga máxima indicada nos equipamentos ou pelos fabricantes." Como aproveitar melhor o espaço de armazenamento na Câmara fria pequena sem desrespeitar a legislação
Outra
situação que cabe ser esclarecida é a forma correta de armazenar os produtos
refrigerados na Câmara fria pequena, tendo em vista que as Leis vigentes
exigem alguns cuidados bastante específicos, tendo em vista a segurança
alimentar dos consumidores.
"6.15. Os alimentos estocados em câmaras frias devem ser armazenados distantes das paredes e sob arrumação modular, de forma a garantir a circulação do ar frio. Os mesmos não devem estar dispostos sob os evaporadores (Portaria 2619/2011 – SMS de 06/12/2011)."
Um
excepcional tutorial técnico produzido pelo Fabricante da Câmara fria pequena
auxiliam a determinar a forma correta de armazenagem,
sejam eles produtos perecíveis em geral e/ou os fármacos termolábeis, dentre
as inúmeras recomendações vale a pena salientar as seguintes:
Após
observar as recomendações acerca da maneira adequada de estocar os produtos,
compete agora determinar a quantidade de caixas ou quaisquer outras mercadorias
resfriadas ou congeladas que cabem na Câmara fria pequena, logo abaixo, no
vídeo explicativo, encontram-se todas as informações para esta feita, de
qualquer maneira elas estão descritas no resumo a seguir:
|
A única Câmara frigorífica completa, atende as normas da ANVISA e da ABNT. Acessórios exclusivos: Alarme telefônico, Alarme antiaprisionamento, Estante em chapa, Aquisitor de dados, Visor em vidro, e mais....... Controles de Processos: Desumidificação, Fotoperiodo, Ensaios climáticos, Umidade relativa, e mais......... E-MAIL: vendas@tectermica.com.br TELEFONE: 11 2636-5851 / 2635-1656 ENDEREÇO: Rua Cb Oscar Rossini, 985, São Paulo/SP
segunda-feira, 22 de outubro de 2018
Como armazenar mais produtos na câmara fria pequena
segunda-feira, 10 de setembro de 2018
O Alarme de Aprisionamento em Câmaras Frias e a Norma Regulamentadora NR36
Cumpre
a este artigo técnico deslindar o emprego de um Sistema de Alarme de Aprisionamento em Câmaras Frias conforme a
determinação da Portaria MTE n° 555 do Ministério do
Trabalho, que em 18 de Abril de 2.013, fazendo uso de suas atribuições, aprovou
a Norma Regulamentadora n° 36, mais conhecida como
NR36 ou NR frigorifico.
Introdução
O
vínculo entre trabalho e saúde é reconhecido desde o século IV a.C., entretanto
foi a partir do ano de 1.700 que, efetivamente, se tem notícia da primeira publicação
mencionando esta relação, naquela ocasião o Doutor Bernardino Ramazzini
apresentou um livro tratando das doenças ocupacionais chamado De Morbis Artificum Diatriba, no qual
relacionou os riscos a saúde dos trabalhadores da época, por conta da exposição
aos produtos químicos e outros contaminantes presentes em seu ambiente de
trabalho.
O
primeiro símbolo na legislação internacional no tocante a segurança do trabalho
foi a promulgação em 1.802, pelo Parlamento da Inglaterra, da Factory Law, a Lei das Fabricas, no
princípio destinada as tecelagens e, posteriormente abrangendo todas as
atividades fabris. O objetivo desta Lei era basicamente resguardar mulheres e
crianças contra as jornadas de trabalho excessivas.
No
Brasil, somente no ano de 1.891, surgiu a primeira iniciativa em prol da
segurança no trabalho, falamos do Decreto 1.313, que instituiu a fiscalização
permanente nas indústrias que empregavam menores de idade em seus quadros
laborais.
A origem da Norma Regulamentadora n° 36 - NR36
Desde
1.891 muito se fez pela SST – Segurança e Saúde no Trabalho, por hora vamos
abordar a Norma Regulamentadora n° 36, que baliza Segurança
e Saúde no Trabalho em Empresas de Abate e Processamento de Carnes e Derivados,
mais especificamente naquilo que tange a obrigatoriedade de uso do Alarme de aprisionamento em câmaras frias.
![]() |
| Figura 1 - Alarme Aprisionamento Camara Fria Norma NR36, modelo std |
As condições de trabalho nas indústrias de processamento de carne são observadas pelo Ministério do Trabalho desde o fim dos anos de 1990. Em Junho do ano de 2.010 iniciaram-se as discussões acerca da criação de um documento legal objetivando parametrizar a SST - Segurança e Saúde no Trabalho especificamente para as indústrias de abate e processamento de carnes, participaram desta discussão o DSST - Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho e representantes dos sindicatos dos operários e dos patrões.
Foi
esta iniciativa pioneira que originou a Norma Regulamentadora n°
36 - NR36, aprovada pela CTPP - Comissão Tripartite Paritária Permanente, em 28
de Novembro de 2.012 e, publicada no Diário Oficial em 18 de Abril de 2.013,
por meio da Portaria do MTE n° 555.
A Norma Regulamentadora n° 36 - NR36 obriga a utilização do Alarme de Aprisionamento em Câmaras Frias
No
seguimento de abate e processamento de carnes verifica-se potenciais elementos
de risco a saúde laboral, seja pela repetitividade de movimentos e/ou o
resultado da pressão de tempo e ritmo imposto e acentuado, através de controle
rigoroso de tempos e movimentos na execução de operações sequenciadas, além do
uso excessivo da força exigida por diversas atividades que fazem parte da
rotina de trabalho, inclusive a ausência de pausa suficiente para a
recuperação, bem como a adoção forçada de posturas corporais prejudiciais.
Naquilo
que tange a segurança empregada aos equipamentos utilizados pelos trabalhadores
da indústria de abate e processamento de carne, compete a este artigo técnico
deslindar o uso do Alarme de
Aprisionamento em Câmaras Frias, dispositivo essencial para sinalizar a
existência de colaboradores enclausurados nos ambientes frigorificados.
![]() |
| Figura 2 - Alarme Aprisionamento Câmara Fria Norma NR36, Botoeira Acionamento Interno |
Vejamos a redação da Norma Regulamentadora n° 36 - NR36 acerca do Alarme de Aprisionamento em Câmaras Frias em seu item 36.2.10 Câmaras Frias, como segue:
"36.2.10.1 As câmaras frias devem possuir dispositivo que possibilite abertura das portas pelo interior sem muito esforço, e alarme ou outro sistema de comunicação, que possa ser acionado pelo interior, em caso de emergência. Ministério do Trabalho – SST – NR36"
Assimile as particularidades do Alarme de Aprisionamento em Câmaras Frias
O
Alarme de Aprisionamento em Câmaras
Frias (figura 1) é formado por dois componentes principais, a saber:
- caixa de sinalização externa (figura 2);
- botoeira de acionamento interno.
Algumas
características peculiares são esperadas do Alarme de Aprisionamento em Câmaras Frias, é notório que
frigoríficos em geral são locais ruidosos e os ambientes são frios e muito
úmidos, diante destas constatações, um dispositivo inadequado ou pior, uma
gambiarra, trará enormes consequências negativas, não só pelo descumprimento da
Norma, mas principalmente por conta do maior risco que o trabalhador será
exposto. Então vejamos as premissas basilares do aparelho ideal, a saber:
- possuir componentes resistentes a condições climáticas adversas, frio extremo e umidade elevada;
- os integrantes do dispositivo devem ser acondicionados em invólucros a prova d’água, que atendam a norma IP 65 da ABNT;
- decorrente do ruído e luminosidade do local o sinal audiovisual devera acatar o seguinte: pressão sonora mínima de 85 dB a um metro de distância e intensidade luminosa de 60 cd/cm2;
- d. tensão de funcionamento de no máximo 12 volts, dada a umidade no ambiente associada a uma tensão maior podem causar a eletrocussão do trabalhador;
- e. dispor de nobreak interno para assegurar o funcionamento mesmo na falta de energia elétrica.
![]() |
| Figura 3 - Alarme Aprisionamento Câmara Fria Norma NR36, Caixa Sinalização Externa |
Outra
atenção especial recai sobre a posição apropriada para afixação dos componentes
principais do dispositivo, pois de nada adiantaria o aparelho adequado
instalado no local inapropriado, como segue:
- a caixa de sinalização externa será afixada em local visível e com grande trafego de pessoas;
- a botoeira de acionamento interno será postada no interior da câmara frigorifica padronizada e imediatamente ao lado da porta de saída (figura 3).
O Alarme de Aprisionamento em Câmaras Frias e seus principais modelos
Atenta a legislação pertinente, bem como a
exigência do mercado consumidor, a Tectermica, empresa líder no seguimento,
criou o Alarme antiaprisionamento frigorífico norma NR 36, um
dispositivo de segurança apto a atender a Norma NR36, fornecido em forma de kit
e com instalação descomplicada.
A Tectermica, uma prestimosa empresa,
providenciou modelos do
Alarme de Aprisionamento em Câmaras
Frias adequados aos pormenores do ambiente frigorifico onde ele será
instalado, são versões apropriadas a cada tipo de planta industrial e/ou ainda
a cada situação especifica verificada.
Conheça
melhor os variados modelos de Alarmes de
Aprisionamento em Câmaras Frias produzidos pela valorosa empresa Tectermica,
a saber:
- AAP/STD: atende a uma porta;
- AAP/STD.2: monitora duas portas;
- AAP/STD.5: atende a cinco portas;
- AAP/SRM: sinalização remota forte (portaria, recepção...);
- AAP/SLC: alerta audiovisual extremamente forte.
quinta-feira, 21 de dezembro de 2017
A Câmara frigorifica é essencial no desverdecimento de frutas
A Câmara frigorifica para desverdecimento artificial de frutas,
associada a outros acessórios, permite acelerar artificialmente o
amadurecimento de qualquer quantidade de frutas.
Uma grande oportunidade no
atendimento ao cliente é a possibilidade de entregar, quase de imediato, graças
ao uso da tecnologia de amadurecimento artificial, uma quantidade de frutas
maduras e prontas para o consumo, sem que haja modificações em seu sabor,
textura e aparência.
O desverdecimento artificial de frutas, conforme diz a Wikipédia também é conhecido como maturação dos frutos e acontece em uma câmara frigorifica para desverdecimento, este processo apresenta ótimos resultados no
amadurecimento de bananas, maçãs, caquis, tomates, melões, laranjas, abacaxis e
pimentões.
O início do desverdecimento artificial de frutas
Desde o começo do século XX
faz-se uso do etileno para o amadurecimento artificial de frutas.
Nos primórdios da
industrialização da banana notou-se que as frutas, ainda verdes quando
embarcadas em navios que as transportavam ao destino, amadureciam durante o
percurso. Este problema foi contornado mediante o uso de ventilação forçada e,
posteriormente mediante a utilização da refrigeração associada a ventilação.
Em averiguações posteriores,
constatou-se que a variação da taxa de maturação durante as viagens era
proporcional a quantidade de dióxido de carbono emanado durante a respiração
das frutas. Por não se conhecer a substancia que permitia o amadurecimento das
frutas, definiu-se que o dióxido de carbono era uma indicação para esta
substancia desconhecida.
Pouco tempo depois foi
observado que algo gerado quando do amadurecimento de bananas também acelerava
o amadurecimento de frutas verdes. A substancia em questão não fazia parte
daquilo conhecido acerca do metabolismo das frutas.
Layout da câmara frigorifica para amadurecimento de
frutas
Os pesquisadores do
Departamento de Agricultura da Jamaica, no alvorecer do ano de 1.910,
constataram que emanações provenientes de laranjas estocadas em uma câmara fria,
propiciavam a maturação prematura de bananas, desde que estas passassem pela
câmara onde se encontravam as laranjas. Em 1.940 descobriu-se que as frutas
cítricas emanavam etileno.
Inúmeros experimentos foram executados
mediante a utilização do etileno e foi constatado que o referido acelerava o
amadurecimento de várias frutas. Foi sugerida a possibilidade que o etileno
também é gerado na própria fruta, sendo ele o responsável pelo amadurecimento,
através de um estimulo direto das enzimas oxidantes, posto isso então o gás
assume o papel de uma coenzima. Sendo correta esta tese pode-se afirmar que as
frutas reagem ao amadurecimento com etileno.
Frutas que possuem os
oxidantes distribuído de maneira uniforme em seus tecidos, respondem ao
tratamento com o gás. Como exemplo de frutas que contem oxidantes pode-se citar
as bananas, maçãs e abacaxis e, de fato estas frutas aceitam bem o tratamento
com o gás etileno.
Atualmente usa-se o gás
etileno em larga escala para acelerar a maturação de diversas frutas, tais
como: banana, maçã, caqui, tomate e também abacaxis.
Bastante relevante a Tese da Dra. Maria Luiza Lye da USP/ESALQ que trata do método de desverdecimento de mexerica murcott e laranja valência, diz a pesquisadora que a busca de frutas com ótimas características para exportação
aumentou significativamente, por conta da melhoria da qualidade desta. Devido
ao fato da maior parcela da área citrícola brasileira encontrar-se em locais de
clima tropical, os frutos cítricos atingem o pleno amadurecimento interno,
entretanto a casca ainda permanece verde, nesta situação os frutos não são
aceitos nos mercados mais exigentes. O estudo em pauta avalia a utilização exitosa
da técnica de desverdecimento artificial na pos-colheita de mexerica Murcott e
laranja Valencia, mediante a aplicação de etileno e, fazendo uso da câmara fria
para desverdecimento de frutas.
O processo de desverdecimento de frutas em câmaras
frigorificas
O amadurecimento artificial
de frutas é feito em uma câmara frigorifica especial, ela é construída com
paredes isoladas termicamente, impedindo a troca de calor com o ambiente
externo. As paredes e teto devem ser estanques, impedindo a fuga do gás etileno
para o exterior. O painel frigorifico é a melhor escolha para a construção da câmara
fria.
Também faz-se necessária uma
porta frigorifica, a referida deve permitir a passagem da quantidade desejada
de frutas a serem desverdecidas.
Câmara fria para desverdecimento de bananas
Outro item de suma
importância é o equipamento de refrigeração que deverá ser calculado de acordo
com o tamanho da câmara frigorifica para amadurecimento artificial,
considerando inclusive o calor gerado, pois o desverdecimento é um processo
exotérmico.
Deve-se considerar a
utilização do equipamento para injeção de etileno para maturação, devido ao
fato do gás ser fornecido em cilindros e, visando otimizar o processo, é
necessário um rigoroso controle da quantidade que será injetada.
Uma portinhola frigorifica,
dotada de exaustor, deverá ser instalada na câmara fria para maturação de
frutas, objetivando remover o dióxido de carbono resultante da operação. Requer
inclusive um controle da umidade relativa, é fato que durante o processo a
fruta tende a perder umidade, a se desidratar, perdendo em qualidade devido a sua
aparência.
"O mercado de frutas é bastante promissor e, utilizar o processo de amadurecimento artificial será um dos diferenciais frente a concorrência. Lembrando que além da qualidade, a aparência da fruta é fator determinante nesta feita, então a câmara frigorifica para desverdecimento e seus acessórios são fundamentais para obter-se resultados satisfatórios."
As vantagens da Câmara frigorifica padronizada
Neste artigo sobre as
vantagens da Câmara frigorifica
padronizada, tenho a intenção de falar um pouco sobre o porquê do
desenvolvimento de uma metodologia e padronização dos processos, bem como o
impacto deles frente o produto final.
Um processo padronizado é um
método efetivo e organizado de produzir sem perdas. A padronização almeja o
desempenho máximo dos colaboradores em suas atividades ou operações através da
repetição deste processo. A inconstância das operações ou falta de padronização
permitem as falhas ocultas e levam ao desperdício, consequentemente reduzindo a
qualidade final e aumentando os custos.
O impacto da história da padronização na Câmara frigorifica
padronizada
A efetivação de padrões
na indústria e no comércio ganharam extremo destaque com o
surgimento da Revolução Industrial, na ocasião havia necessidade de fabricar
grandes quantidades de produtos com qualidade semelhante.
Linha de montagem do automóvel modelo T de Henry Ford
em 1.927
No princípio do século
XX, surgiram os primeiros estudos acerca da padronização, ressalta-se o
trabalho de Frederick Taylor buscando otimizar as etapas envolvidas
na produção. Taylor escreveu um livro chamado Princípios de Administração
Científica, onde propunha que administrar uma empresa deve ser tido
como uma ciência. O foco principal do livro é a racionalização
do trabalho, situação que requer a divisão das funções entre os
trabalhadores. Para tanto era necessário a padronização do processo
produtivo, desta maneira o produto final não dependia somente de um trabalhador
responsável por todas as etapas, pelo contrário, o processo dependia de uma
equipe de trabalhadores, aptos a executar funções especificas.
A divisão e a padronização
dos processos objetivam a máxima eficiência e com o menor esforço, a
consequência disso é a redução das perdas na produção e a homogeneidade na
qualidade daquilo fabricado. Estes fatores associados permitem uma
significativa redução do preço do produto.
Os conceitos de padronização,
conhecidos desde o início do século XX, são aplicados pela Tectermica na fabricação e montagem de suas Câmaras Frigorificas Padronizadas, desde o
ano de 2.006 esta empresa oferece produtos de excelência e com preço justo.
Trata-se de uma câmara
frigorifica com dimensões e potência pré-estabelecidas, formando então uma Câmara
frigorifica padronizada, esta providência assegura uma considerável redução do
valor final, preservando a mesma qualidade, eficiência e durabilidade se
comparado a ela quando na versão personalizada.
Breve relação dos integrantes da Câmara frigorifica
padronizada
A fabricação de todos os
componentes segue as mesmas premissas da padronização de processo, bem como na
ocasião da montagem da referida no local de destino. Destacamos os principais
componentes, como segue:
- 01 conjunto: Gabinete frio, em placas frigorificas, auto sustentáveis, totalmente desmontável;
- 01 unidade: Porta própria para frigorifico, na versão giratória ou corrediça;
- 01 conjunto: Equipamento refrigerante, disponível em duas versões (split system ou plug-in);
- 01 unidade: Acompanha opcionalmente: cortina de plástico, cortina de ar, estanteria em arame; piso antiderrapante em polietileno; sinalizador de alerta contra variação de temperatura e também contra aprisionamento, e muitos outros
Câmara frigorifica padronizada
Conheça mais versões da Câmara frigorifica padronizada
A Câmara frigorifica
padronizada é extremamente flexível, pois pode operar em qualquer temperatura,
seja para refrigerados, resfriados e também congelados. Outra característica
relevante é a possibilidade de personalização visando atender a qualquer tipo
de uso, para tanto basta agregar os acessórios pertinentes. Na sequência cito
alguns exemplos:
- Câmara frigorifica para açougue: utiliza desumidificador e estrado plástico;
- Câmara frigorifica para bebidas: requer alarme de aprisionamento;
- Câmara frigorifica para peixaria: necessita de estrado plástico e estante aramada;
- Câmara frigorifica para polpa de frutas: utiliza umidificador e alarme de temperatura;
- Câmara frigorifica para flores: requer estante aramada e umidificador;
- Câmara frigorifica para medicamentos: necessita de data logger, alarme de temperatura e estrado plástico;
- Câmara frigorifica para gelo: necessita de desumidificador e alarme de aprisionamento;
- Câmara frigorifica tipo walk-in: utiliza portas em vidro térmico e estantes expositoras;
- Entre inúmeros outros usos.
“A Câmara frigorifica padronizada, tal qual preconizava Frederick Taylor desde o início do século XX, segue as premissas de método e padrão no processo produtivo, além de atender as normas da ABNT, apresenta qualidade superior e preço menor”
quinta-feira, 23 de novembro de 2017
A história da Câmara Frigorifica e a refrigeração
A história da Câmara Frigorifica, bem como de todos
os equipamentos para produção de frio, inicia-se com o advento do primeiro
refrigerador.
Fazemos uso da refrigeração
diariamente, mesmo sem nos darmos conta disso. O alimento perecível é transportado
por caminhões com temperatura controlada e é estocado na Câmara Frigorifica do
supermercado, em seguida é levado para o balcão expositor e, de lá segue diretamente
para a geladeira da nossa residência. Outro exemplo marcante é o do ar
condicionado, indispensável nos dias mais quentes. Rotineiramente nós
aproveitamos das inovações que há décadas ocorre na tecnologia da refrigeração,
são ideias e invenções do passado que tornam nossa vida muito mais fácil.
A Câmara frigorifica vinculada a história da refrigeração
Antes da existência da Câmara Frigorifica, as pessoas
contavam com a natureza para preservar o alimento fresco. Os indivíduos
armazenavam gelo natural produzido no inverno, empacotando-os e os preservando
em casas-de-gelo e caixas-de-gelo, ou seja, estes eram a nossa conhecida
geladeira, porem na sua forma mais primitiva.
Em 1834, Jacob Perkins, um
expatriado americano para a Grã-Bretanha, criou o primeiro equipamento de
refrigeração funcional, mediante o uso do éter em um ciclo de compressão de
vapor. Dizia ele na patente do produto: Estou habilitado a usar fluidos
voláteis com o objetivo de produzir o resfriamento ou congelamento de fluidos
e, ao mesmo tempo, constantemente condensando tais fluidos voláteis e
trazendo-os novamente em operação sem desperdício. O protótipo funcionou
satisfatoriamente, entretanto não obteve êxito comercial.
Jacob Perkins e a primeira máquina de refrigeração
Nos idos de 1850 uma máquina
de refrigeração utilizava água e ácido sulfúrico como refrigerante, em anos
posteriores passaram a usar amônia, cloreto de metilo, dióxido de enxofre e
outras substâncias bastante tóxicas e altamente inflamáveis. Vale mencionar
que os acidentes com essas máquinas eram rotineiros.
O primeiro sistema prático e
comercial de refrigeração por compressão de vapor foi idealizado por James
Harrison, um jornalista britânico que havia emigrado para a Austrália. A
patente remonta ao ano de 1856, tratava-se de um sistema de compressão de vapor
usando éter, álcool ou amônia; visava atender a demanda de uma fábrica para
refrescar a cerveja durante o processo fabril e, também para a indústria da
carne processada para exportação. Em 1861 diversos de seus sistemas estavam em
operação na Austrália e Inglaterra.
Em New Jersey, no ano de 1891,
o afro-americano John Standart criou um novo design nas maquinas de
refrigeração dando origem a nossa conhecida geladeira.
Muito além da versão residencial, são comuns os
refrigeradores industriais que podem ter o tamanho de uma geladeira doméstica,
mas próprios para variados tipos de produtos específicos, tais como bebidas ou
sorvetes. Podem também possuir o tamanho de um cômodo de uma residência, ou
então ainda maiores, tal qual aqueles utilizados em entrepostos frigoríficos
para conservação de pescado, carne ou vegetais, seja para exportação, importação,
ou meramente para distribuição. Nesta situação os tais cômodos são denominados como Câmara Frigorífica.
Câmara frigorifica
O sistema da Câmara frigorifica utilizado em outras
aplicações
Na mesma proporção que os
pesquisadores engendravam os princípios de conservar as coisas frescas,
obviamente começaram a vislumbrar as possibilidades de uso como ar condicionado
também. Em 1902 o engenheiro Willis Haviland Carrier determinou que o ar
poderia ser seco saturando-o com água gelada para promover a condensação. Ele
patenteou um controle de ponto de orvalho em 1907, eis que surgiu o primeiro
dispositivo de ar condicionado, permitindo que as pessoas influenciassem a
temperatura e a umidade necessárias para certos processos industriais, bem como
de conforto térmico.
Na área do transporte de
cargas as primeiras experiências iniciaram em 1851, nos Estados Unidos, até que
em 1857, foi construído o primeiro vagão de cargas refrigerado para a indústria de carnes de Chicago.
Em 1866 foi fabricado o primeiro vagão com refrigeração apropriada para frutas,
também nos Estados Unidos.
Atualmente todos os esforços
desses pioneiros de refrigeração e outros podem ser vistos em toda parte. O
uso da refrigeração desenvolveu-se, desde o uso de produtos químicos perigosos
até unidades mais ecológicas e eficientes em termos de energia, além de
propiciar uma quantidade considerável de conveniência à nossa rotina diária.
sexta-feira, 11 de agosto de 2017
Estantes garrafeiras para adega climatizada
A Tectermica lançou uma nova linha de Estantes
garrafeiras para adega climatizada, oferecidas em variados modelos e adaptáveis
ao tamanho da vossa adega, encontre as características técnicas em: http://www.tectermica.com.br/adega-climatizada-personalizada_garrafeira-nicho.html
segunda-feira, 17 de outubro de 2016
Câmaras frigoríficas geminadas, congelados & resfriados – Tectermica no Youtube
|
Achei muito legal e quero
compartilhar o video produzido pela Tectermica - Camaras frigorificas
demonstrando a montagem e instalação de Camaras frias
|
Assinar:
Postagens (Atom)










